Ministério da Saúde deixa de repassar importantes vacinas para os municípios

Falhas no processo que envolve importação deixam municípios com estoques zerados
A Prefeitura de Marília esclarece que os municípios não produzem, não adquirem e não tem atribuição legal e capacidade de sanar problemas envolvendo o desabastecimento de vacinas.
 
A falta desse importante insumo tem gerado preocupação e reiteradas solicitações do município junto aos órgãos competentes, mas as prefeituras dependem de ações federais para efetiva solução, que envolvem, inclusive, a importação de vacinas e matérias primas.
 
Estão em falta na rede na rede pública, com impacto nacional, as vacinas Meningo C, que protege contra meningite, e também a Pentavalente – difteria, tétano, coqueluche, influenza B e hepatite B. Ambas as vacinas são indicadas antes do primeiro ano de vida.
 
A Prefeitura esclarece que a responsabilidade pelo fornecimento ao município é do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Saúde, que por sua vez recebe os imunobiológicos da Cenadi (Central Nacional de Armazenamento e Distribuição de Imunobiológicos).
 
Por meio da secretaria municipal da Saúde, são enviados informes técnicos pelo Estado que apontam o desabastecimento nacional. Há previsão do recebimento de novas doses da vacina contra meningite em outubro. Já a Pentavalente deve ser recebida em novembro.
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