Ellinger

Laboratório de anatomia patológica, citopatologia e imuno-histoquímica
Inaugurado em abril de 2018, o Laboratório Ellinger foi idealizado pelo patologista Fred Ellinger (CRM-24.474). O laboratório conta com a expertise dos patologistas Frederico Ellinger (CRM-SP 128555), sócio proprietário do Laboratório Lapca em Assis e médico responsável pelo Serviço de Verificação de Óbito de Marília; e Ângela Vergara (CRM-SP 108.215), de São Paulo, formada pela Universidade de São Paulo (USP), especialista em Citopatologia, com estágios na área no Memorial Sloan Kettering Cancer Center em Nova York, nos Estados Unidos e na Universidade de Barcelona, na Espanha.
O Laboratório Ellinger foi inteiramente planejado para que pudesse exercer suas atividades de forma ideal. Sua planta, seus espaços e sua equipe de colaboradores se equiparam a grandes laboratórios de São Paulo - um grande avanço para Marília e região. O projeto foi idealizado pela médica Edileia Ellinger. Em geral, o laboratório não atende ao público diretamente, e sim aos médicos, que encaminham amostras para a análise.



O paciente pode trazer sua biopsia ou citologia, mas serão sempre coletadas previamente por um médico. Diferente dos laboratórios clínicos, os exames anatomopatológicos, citopatológicos e imuno-histoquímicos não são automatizados. Cada exame é analisado individualmente pelo médico patologista, que também é o responsável pela emissão do laudo. Os exames realizados em biópsias, peças cirúrgicas ou punções, por exemplo, são procedimentos médicos que devem ser rigorosamente analisados por médicos patologistas e citopatologistas, obrigatoriamente.
Todos os materiais, tais como peças cirúrgicas, blocos e lâminas são de propriedade do paciente. O material é arquivado no laboratório. Caso o paciente queira retirá-lo para levar para uma segunda análise, basta solicitar ao laboratório. O mesmo ocorre caso o material seja analisado em outro laboratório e o paciente prefira escolher outro local.



O novo prédio está situado em local privilegiado, na Avenida Brigadeiro Eduardo Gomes, no bairro Maria Isabel. A estrutura conta com aparelhagem especializada, equipe qualificada, sistema de informática integrado, câmeras de monitoramento, além de ter sido projetado obedecendo as mais rigorosas normas da vigilância sanitária, primando pela conduta ética e pelo segredo médico.
A filosofia de trabalho está voltada ao atendimento de seus clientes, que são os médicos e, por consequência, seus pacientes, com competência e precisão, sempre oferecendo o que há de melhor, tanto no aspecto humano quanto técnico. O Laboratório também participa do Programa de Incentivo ao Controle de Qualidade (PICQ) da Sociedade Brasileira de Patologia.

ANATOMIA PATOLÓGICA
O laboratório realiza o estudo de fragmentos de tecidos (biópsias), segmentos de órgãos e de órgãos inteiros para fins diagnósticos, prognósticos e também para orientações terapêuticas. O estudo anatomopatológico também serve como uma documentação do procedimento cirúrgico e seus resultados devem ser guardados, como um documento, pelo paciente e pelo médico.



Biópsia de Congelação A conduta do cirurgião pode mudar durante uma cirurgia na qual há dúvida diagnóstica. Nestes casos, pode ser solicitada a colaboração do médico patologista para realizar o exame de congelação (ou per-operatório). Quando o cirurgião remove um fragmento de tecido ou órgão com uma lesão que pode ser benigna ou maligna, por exemplo, é possível que o médico patologista seja convocado para estudar essa amostra enquanto a cirurgia ainda está em curso. Nessa análise, o especialista consegue definir, na maioria das vezes, qual é a natureza da lesão e, com isso, o cirurgião poderá ajustar a dimensão de sua conduta cirúrgica para favorecer o paciente. “Dessa forma, podemos impedir que células do tumor permaneçam no paciente, bem como se torna possível realizar a melhor cirurgia para a lesão”, define Ellinger.

CITOPATOLOGIA
A Citologia tem a célula como seu principal objeto de estudo. A maior parte destes exames é feita para prevenção de câncer do colo-uterino, conhecido como “Exame de Papanicolaou”, bem como suas lesões precursoras. Possui várias outras utilizações, servindo para diagnosticar, por exemplo, infecção por HPV, outras infecções cérvicovaginais, como candidíase, tricomoniase, herpes simples, entre outras. O exame pode ser utilizado também em casos de análise para recidivas tumorais, evitando procedimentos mais invasivos. Os exames citológicos são atividade exclusiva dos patologistas, como determinado pela Lei do Ato Médico.



IMUNO-HISTOQUÍMICA
O método consiste em produzir na célula ou no tecido uma reação antígeno-anticorpo, visando reconhecer antígenos (marcadores) intracelulares demonstrados por um corante quando a reação é positiva. A técnica de IHQ é amplamente utilizada para realizar o diagnóstico em processos como inflamatórios, infecciosos e neoplásicos. O exame IHQ poderá realizar o diagnóstico diferencial de tumores, definindo, por exemplo, se há malignidade ou não, e, quando há, é possível estabelecer de qual tipo ele é - linfoma, melanoma, carcinoma, entre outros. A técnica auxilia ainda na obtenção de dados mais individualizados sobre a origem, tratamento e provável evolução dessas doenças. A IHQ auxilia também na orientação de estratégias terapêuticas.

DICA DA D: Para mais informações, entre em contato com o Laboratório Ellinger, que fica na Avenida Brigadeiro Eduardo Gomes, 517. Os telefones para contato são (14) 3454-4542 e (14) 3454-4633. E-mail: contato@labellinger.com.br. Acesse o site: www.labellinger.com.br.

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